Estêvão numa Aventura nas Férias

 

Estevão numa Aventura de Férias

by Meia Hora de Recreio | Emissora Nacional

Áudio

Ficha Técnica

Adaptação realizada por: 

Produção:

Narração: –

 

Data de Transmissão: 

Transmitido por: Emissora Nacional

Programa: Meia Hora de Recreio

 

Registo de Som: 

Montagem:

Capa do Áudio: Bruno Torres

Autoria:

 

Orador 1: 

Orador 2: 

Orador 3: 

Orador 4: 

 

 

Orador 1:  Quem vai aí, quem é que aí vai?

Orador 2:  sou eu.

Orador 1:  O que é que vais fazer?

Orador 2:  Vou ali ligar o motor.

Orador 1:   Eh pá toma cuidado, andam por aí uns bandidos à solta.

Orador 2:  Eh pá, não me digas?

Orador 1:  é verdade, e olha que os gajos têm feito das boas.

Orador 2:  Eh Pá não me Digas, O que é que os Gajos fazem?

Orador 1:  Os gajos aí têm limpa e o sabão para muita gente.

Orador 2:  É pá, isso é isso. É um sarilho. Entretanto, deixa-me deixa-me cá ligar o motor para me safar aqui o mais depressa possível.  Ora está aqui.  Lá está.

Orador 1:  Pois tu, põe-te a pau. Isto não são horas de andar cá por fora. Vê lá Aonde é que tu te metes?

Orador 2:  Está bem, ainda bem que avisas que eu vou ver se me Safo daqui o mais depressa possível, vou ver se encho o tanque depressa que eu realmente não estou aqui a sentir nada à vontade.

Olha que esta pá isto é um sarilho, já não se pode andar na Terra à vontade.

Orador 1:   Toma uma cautela pá só te aviso, olha que eu estou-te a avisar, põe te a pau, Cuidado, os gajos se surgem isso a gente se esperar e limpam-nos o cebo.

Orador 2:  Eh pá, obrigado, obrigado

Orador 1:  Eh pá, acautela, sinto passos.

Cuidado esconde-te.

Orador 2:  Eh pá, está bem mas onde é que há de ser?

Orador 1:  Eh pá, ali esconde-te ali, lá, lá além.

Orador 2:    Eh pá aonde

Orador 1:    Ali atrás daquela porta que eu sinto passos.

Orador 3:    O Gustavo, a que horas é que a gente ataca?

Orador 4:   O que pá, a gente pode atacar agora à meia-noite.

Orador 3:     É pá e sempre vamos atacar aquela casa?

Orador 4:    Eu acho que sim, pá, acho que sim. Acho que sim. Os gajos devem lá ver para os masons. Temos que atacar pela calada.

Orador 3:   Também acho, também acho.

Orador 4:   Já sabes, se te vires aflito dispara.

Orador 3:   Está bem, Pa, está bem, está bem, está bem.

Orador 4:   Que tal, carrega aí as espingardas e vamo-nos esconder além, naquela casa velha, naquele palheiro velho até à espera da meia-noite.

Orador 3:  Está bem, pá, vamos embora, então está lá vai embora, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá.

Orador 1:   Eu não te disse pá? Os gajos estão preparados para tocar Esta Noite.

Orador 2:  Eh pá, mas a gente não sabe, não sabe a quem, onde é que eles vão atacar?

Orador 1:  É, mas agora a gente vai ver, e onde é que eu sou um esconder-se?

Os gajos foram ali para aquele lado.

Temos que montar uma vigia para ver se quando os gajos saírem á meia-noite saltamos em cima para ver se a gente mete aqueles gajos na ordem de uma vez pra sempre.

Orador 2:   Eh pá mas eu tenho medo de meter-me nessas, nessas andanças.

Orador 1:   Eh pá, mas tu não assististe a conversa?

Nós temos que temos que colaborar aqui com esta população para ver se nos vemos livres desses malvados.

Orador 2:  Então, está bem, está bem?

E eu olha eu, o que me havia de acontecer agora a medido nesta nestas andanças.

Eu até é pá eu, até parece que já me mijei pelas pernas abaixo, estou para aqui todo a tremer, eh pá parece que já me mijei.

Orador 1: Eh pá O caso também não é para tanto, epá eu estou aqui ao pé de ti, Para te defender se for preciso.

Orador 1: Eh pá mas olha que eu Sou muito fraco para essas coisas. Ainda por cima está uma noite tão escura que eu até já estou com medo de tudo até até aquelas folhas já me metem medo para cima, já me parecem homens e que aquela videira, uma cobra. Este tubo do poço também já me parece outra cobra.

Orador 2:  Eh pá eu estou aqui, eu vou masé largar esta porcaria toda e desapareço

Orador 1: Eh pá tem lá calma com isso pá, que raio também não é preciso estares para aí a borrar as cuecas por tudo e por nada.

Chega-te aqui mais para ao pé de mim se tens medo pá!

Orador 2:  Eu acho que sim pá, eu acho que sim pá, eu acho que sim pá, pera ai que eu vou ai para ao pé de ti que eu já não me estou a sentir bem.

Orador 1: Eh pá, não exageres pá, nunca te supus tão cagão pá.

Já me está aqui a cheirar mal, não me digas que já te borraste pá.

Orador 2:  Eh pá olha aqueles vultos que vêm ali pá, devem de ser os gajos.

Orador 1: Eh pá, não faças barulho, pega aí num pau pá.

Pega aí num pau que a gente já vai ver que faz conta.

Orador 1: Eh pá os gajos já fogem a sete pés pá.

Orador 2:  Éh pá puxa pá.

Caramba, vimos livros do boa ai para terminou esta aventura nas férias.

E agora Já posso deixar o motor ir para casa. Descansado, ele foi um susto que eu apanhei.

Bolas pá até estou cansado, até me falta o ar, obrigado para tua ajuda. Se cá não estivesses, Eu Não sei como é que eu Hoje ia para casa.

Orador 1: Obrigado nada, não tenho nada que agradecer.

Então adeus.  Vai já direiro para casa, não percas tempo por essa noite, por esses caminhos porque isto está muito escuro e os gajos ainda podem voltar e quando chegares a casa conta esta história, esta aventura ao paulinho e ao ricardo que eles devem de apreciar pá, mas nunca reveles o meu nome.

Orador 2:   Paulino, já o Ricardo que os devem apreciar, mas nunca usamos o meu nome é parte. Se o senhor fica descansado, eu vou te contar, vou vou, vou mostrar o Paulo Ricardo esta aventura na nas férias nesta noite estou no brosa e os devem apreciar e mais uma vez obrigado pela tua ajuda.

Nada para Deus vai pressa para casa obrigadinho Deus obrigado obrigado.

Queria comer, estou quase a chegar.

Mas com medo que estou com essas Caras, Casa casa.

Já só falta subit estas escadas.

Já cheguei

 

 

Vídeo

Vídeo desenvolvido por: Filipe Afonso

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