Jogo do Galo

Jogo do Galo

Jogo do Galo

Somos dois…

jogadores…

Vem jogar!

jogogalo
Aventuras do Cuby

Jogo do Galo

O clássico jogo do Galo que desde à muito tempo traz muita diversão entre amigos e família.

Vamos jogar?

INSTRUÇÕES

Os jogadores jogam alternadamente, clicando num espaço vazia para que apareça o seu símbolo.

Ganha quem conseguir fazer uma linha seja horizontal, vertical ou diagonal do mesmo símbolo

comandos breakout

NÃO TE ESQUEÇAS DOS COMANDOS!

Agora é só experimentar…

Jogo indisponível nesta plataforma!

Criado por: Sara Sanches

Bjump

Bjump

Bjump

Bjump chegou…

Para te desafiar…

Vem jogar!

a cobra 1
A cobra

Bjump

     Tenta obter a pontuação mais alta no Bjump

     Desvia-te das bombas e usa as molas

     para saltar mais alto enquanto sobe ao infinito!

Vamos jogar?

INSTRUÇÕES

A personagem estará constantemente a saltar, poderá mover-lhe para os lados usando as teclas A e D, e as setas.

Evita cair a usar as plataformas, as molas ajudam-lhe a saltar mais alto e fica atento às nuvens que irão desaparecer. Tem cuidado!

comandos breakout
NÃO TE ESQUEÇAS DOS COMANDOS!

Agora é só experimentar…

Jogo indisponível nesta plataforma!

Criado por: Jorge Pita e Pedro Ribeiro

Estevão em Uma Aventura nas Férias

Estevão em Uma Aventura nas Férias

Estêvão numa Aventura nas Férias

 

Estevão numa Aventura de Férias

by Meia Hora de Recreio | Emissora Nacional

Áudio

Ficha Técnica

Adaptação realizada por: 

Produção:

Narração: –

 

Data de Transmissão: 

Transmitido por: Emissora Nacional

Programa: Meia Hora de Recreio

 

Registo de Som: 

Montagem:

Capa do Áudio: Bruno Torres

Autoria:

 

Orador 1: 

Orador 2: 

Orador 3: 

Orador 4: 

 

 

Orador 1:  Quem vai aí, quem é que aí vai?

Orador 2:  sou eu.

Orador 1:  O que é que vais fazer?

Orador 2:  Vou ali ligar o motor.

Orador 1:   Eh pá toma cuidado, andam por aí uns bandidos à solta.

Orador 2:  Eh pá, não me digas?

Orador 1:  é verdade, e olha que os gajos têm feito das boas.

Orador 2:  Eh Pá não me Digas, O que é que os Gajos fazem?

Orador 1:  Os gajos aí têm limpa e o sabão para muita gente.

Orador 2:  É pá, isso é isso. É um sarilho. Entretanto, deixa-me deixa-me cá ligar o motor para me safar aqui o mais depressa possível.  Ora está aqui.  Lá está.

Orador 1:  Pois tu, põe-te a pau. Isto não são horas de andar cá por fora. Vê lá Aonde é que tu te metes?

Orador 2:  Está bem, ainda bem que avisas que eu vou ver se me Safo daqui o mais depressa possível, vou ver se encho o tanque depressa que eu realmente não estou aqui a sentir nada à vontade.

Olha que esta pá isto é um sarilho, já não se pode andar na Terra à vontade.

Orador 1:   Toma uma cautela pá só te aviso, olha que eu estou-te a avisar, põe te a pau, Cuidado, os gajos se surgem isso a gente se esperar e limpam-nos o cebo.

Orador 2:  Eh pá, obrigado, obrigado

Orador 1:  Eh pá, acautela, sinto passos.

Cuidado esconde-te.

Orador 2:  Eh pá, está bem mas onde é que há de ser?

Orador 1:  Eh pá, ali esconde-te ali, lá, lá além.

Orador 2:    Eh pá aonde

Orador 1:    Ali atrás daquela porta que eu sinto passos.

Orador 3:    O Gustavo, a que horas é que a gente ataca?

Orador 4:   O que pá, a gente pode atacar agora à meia-noite.

Orador 3:     É pá e sempre vamos atacar aquela casa?

Orador 4:    Eu acho que sim, pá, acho que sim. Acho que sim. Os gajos devem lá ver para os masons. Temos que atacar pela calada.

Orador 3:   Também acho, também acho.

Orador 4:   Já sabes, se te vires aflito dispara.

Orador 3:   Está bem, Pa, está bem, está bem, está bem.

Orador 4:   Que tal, carrega aí as espingardas e vamo-nos esconder além, naquela casa velha, naquele palheiro velho até à espera da meia-noite.

Orador 3:  Está bem, pá, vamos embora, então está lá vai embora, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá.

Orador 1:   Eu não te disse pá? Os gajos estão preparados para tocar Esta Noite.

Orador 2:  Eh pá, mas a gente não sabe, não sabe a quem, onde é que eles vão atacar?

Orador 1:  É, mas agora a gente vai ver, e onde é que eu sou um esconder-se?

Os gajos foram ali para aquele lado.

Temos que montar uma vigia para ver se quando os gajos saírem á meia-noite saltamos em cima para ver se a gente mete aqueles gajos na ordem de uma vez pra sempre.

Orador 2:   Eh pá mas eu tenho medo de meter-me nessas, nessas andanças.

Orador 1:   Eh pá, mas tu não assististe a conversa?

Nós temos que temos que colaborar aqui com esta população para ver se nos vemos livres desses malvados.

Orador 2:  Então, está bem, está bem?

E eu olha eu, o que me havia de acontecer agora a medido nesta nestas andanças.

Eu até é pá eu, até parece que já me mijei pelas pernas abaixo, estou para aqui todo a tremer, eh pá parece que já me mijei.

Orador 1: Eh pá O caso também não é para tanto, epá eu estou aqui ao pé de ti, Para te defender se for preciso.

Orador 1: Eh pá mas olha que eu Sou muito fraco para essas coisas. Ainda por cima está uma noite tão escura que eu até já estou com medo de tudo até até aquelas folhas já me metem medo para cima, já me parecem homens e que aquela videira, uma cobra. Este tubo do poço também já me parece outra cobra.

Orador 2:  Eh pá eu estou aqui, eu vou masé largar esta porcaria toda e desapareço

Orador 1: Eh pá tem lá calma com isso pá, que raio também não é preciso estares para aí a borrar as cuecas por tudo e por nada.

Chega-te aqui mais para ao pé de mim se tens medo pá!

Orador 2:  Eu acho que sim pá, eu acho que sim pá, eu acho que sim pá, pera ai que eu vou ai para ao pé de ti que eu já não me estou a sentir bem.

Orador 1: Eh pá, não exageres pá, nunca te supus tão cagão pá.

Já me está aqui a cheirar mal, não me digas que já te borraste pá.

Orador 2:  Eh pá olha aqueles vultos que vêm ali pá, devem de ser os gajos.

Orador 1: Eh pá, não faças barulho, pega aí num pau pá.

Pega aí num pau que a gente já vai ver que faz conta.

Orador 1: Eh pá os gajos já fogem a sete pés pá.

Orador 2:  Éh pá puxa pá.

Caramba, vimos livros do boa ai para terminou esta aventura nas férias.

E agora Já posso deixar o motor ir para casa. Descansado, ele foi um susto que eu apanhei.

Bolas pá até estou cansado, até me falta o ar, obrigado para tua ajuda. Se cá não estivesses, Eu Não sei como é que eu Hoje ia para casa.

Orador 1: Obrigado nada, não tenho nada que agradecer.

Então adeus.  Vai já direiro para casa, não percas tempo por essa noite, por esses caminhos porque isto está muito escuro e os gajos ainda podem voltar e quando chegares a casa conta esta história, esta aventura ao paulinho e ao ricardo que eles devem de apreciar pá, mas nunca reveles o meu nome.

Orador 2:   Paulino, já o Ricardo que os devem apreciar, mas nunca usamos o meu nome é parte. Se o senhor fica descansado, eu vou te contar, vou vou, vou mostrar o Paulo Ricardo esta aventura na nas férias nesta noite estou no brosa e os devem apreciar e mais uma vez obrigado pela tua ajuda.

Nada para Deus vai pressa para casa obrigadinho Deus obrigado obrigado.

Queria comer, estou quase a chegar.

Mas com medo que estou com essas Caras, Casa casa.

Já só falta subit estas escadas.

Já cheguei

 

 

Vídeo

Vídeo desenvolvido por: Filipe Afonso

Outros Contos

Histórias para ler e ouvir

O Cavalo Mágico

O Cavalo Mágico

Era uma vez um menino que foi parar em um reino mágico. Assim que, lá, chegou, identificou seres mágicos. Enquanto seguia seu caminho, viu um cavalo que voava.

As Três Cidras do Amor

As Três Cidras do Amor

As três cidras do amor é uma bela história onde o bem triunfa sobre o mal. Fala sobre um Rei que procura, incessantemente, uma noiva para o seu único filho.

História da Carochinha

História da Carochinha

Foi a carochinha comprar muitas fitas, rendas, flores, braceletes d’ouro e brincos; enfeitou-se muito enfeitada e foi-se pôr à janela, dizendo:
«Quem quer casar com a carochinha
Que é bonita e perfeitinha?»

Bolança

Bolança

Bolança

Queres tentar…

Chegaram…

Vem jogar!

a cobra 1
A cobra

Bolança

Alguma vez quiseste tentar balançar bolas saltitonas no céu? Agora finalmente pode! Vem daí e anda divertir-te com o nosso jogo Bolança.

Vamos jogar?

INSTRUÇÕES

Mexe-lhe para a esquerda e a para a direita usando as setas ou as teclas A e D, tentando sempre não deixá-las cair, senão, perde uma vida

Tem 3 vidas e o jogo acaba quando as perder todas.

comandos breakout
NÃO TE ESQUEÇAS DOS COMANDOS!

Agora é só experimentar…

Jogo indisponível nesta plataforma!

Criado por: Pedro Ribeiro

O Cavalo Mágico

O Cavalo Mágico

O Cavalo Mágico

 

História

Sinopse da história

Esta é a história de Mariana que no seu aniversário encontrou um rapaz, acabando por se casar com ele, mas ele não era quem parecia.

Ela livra-se dele e vai para o exército aonde se torna num Sargento.

A Rainha que tenta seduzir o Sargento em vão, começa a inventar histórias sobre o sargento.

Imagem criada por: Maria Dias

 

Mariana era uma moça bonita e inteligente. Morava num lindo palacete com o seu pai, que era um rico negociante. No dia do seu aniversário, houve uma bela festa, na sua casa, à qual compareceram numerosos convidados.

Nessa festa, apareceu um rapaz simpático e muito bem-vestido, que se apaixonou por Mariana. Pediu a moça em casamento e foi aceite, pois nada havia contra ele. O casamento realizou-se, pouco depois, com grande pompa.

Depois da cerimónia, quando Mariana se preparava para acompanhar o marido, apareceu-lhe Nossa Senhora, sua madrinha, que lhe disse o seguinte:

« Minha filha, fique a saber que você se casou com o Diabo, metido na figura desse moço bonito. Depois da festa, quando ele quiser levá-la para casa, deverá você dizer a seu pai que prefere o cavalo mais magro e mais feio que houver na estrebaria; e, quando chegar ao lugar em que a estrada se encontra com outra, formando uma cruz, deixe o seu marido seguir pela esquerda; tomará a direita e mostrará ao Diabo o rosário, para que ele estoure e volte para o inferno.»

Pouco antes da meia-noite, o marido resolveu partir com a moça, mandando selar os cavalos. Veio para Mariana um lindo cavalo branco, muito gordo. Mas a moça recusou-o, dizendo preferir o cavalo mais feio e magro que estivesse na estrebaria. O seu pai estranhou o pedido, mas atendeu ao desejo da filha.

Os noivos partiram. Quando chegaram ao lugar em que a estrada formava uma cruz com outra, o Diabo quis que a moça tomasse a esquerda e passasse adiante. Então, Mariana disse:

« Não, vá à frente você, que sabe o caminho da sua casa. Eu nunca fui lá e jamais irei. Dizendo isso, Mariana tomou logo a direita e mostrou o rosário ao marido.»

 

Ouviu-se, então, um grande estouro. A terra abriu-se, deixando sair um forte cheiro de enxofre. E o Diabo sumiu nas profundezas do inferno.

Mariana disparou o cavalo e, quando estava bem longe, entrou na floresta e vestiu uma roupa de homem, de cor verde. Continuou a viagem e, chegando à capital do reino, foi servir no exército. Pouco depois, foi promovida ao posto de sargento e, devido à cor da sua roupa, ficou a ser conhecida por Sargento Verde.

O rei simpatizou com o garboso sargento e mandou-o servir na guarda do palácio. Quase todas as tardes, quando ia passear no jardim, o rei levava consigo o Sargento Verde e acabou a tomar-lhe grande amizade.

A rainha, quando viu o Sargento Verde, ficou logo apaixonada por ele. Tentou, por diversas vezes, seduzi-lo, dizendo que mataria o rei, se ele prometesse casar-se com ela. Mas o Sargento Verde respondia sempre:

«Deixe-me em paz. Nunca trairei o meu soberano.»

Desapontada com a recusa do Sargento, a rainha resolveu vingar-se. Procurou o marido e disse-lhe:

« Saiba Vossa Majestade que o Sargento Verde declarou ser capaz de subir e descer as escadas do palácio, montado no seu cavalo em disparada, dançando e atirando ao ar três ovos, que tornarão a cair dentro de um copo, sem se quebrarem.»

O rei, admirado, mandou chamar o Sargento Verde e perguntou-lhe se era verdade.

« Eu não disse tal coisa, real senhor, respondeu o Sargento. Mas como foi a rainha, minha senhora, que o afirmou, vou tentar fazê-lo.»

O Sargento Verde saiu dali muito triste. Sentou-se à porta da sua casa. Com grande espanto, viu o seu cavalo aproximar-se e dizer-lhe:

« Não tenha receio, meu senhor. No dia marcado, faça o que prometeu, e tudo sairá bem.»

 

 

 

Assim foi. O Sargento Verde fez tudo o que a rainha inventara. O povo, deu-lhe muitos vivas e o rei apertou-lhe a mão, admirado da sua habilidade.

A rainha não desistiu de se vingar. Alguns dias depois, procurou o rei e disse-lhe:

« Saiba Vossa Majestade que o Sargento Verde declarou ser capaz de plantar, na hora do almoço, uma laranjeira do tamanho de um palmo, e que, à hora do jantar, já estará carregada de laranjas.»

O rei chamou o Sargento e ordenou-lhe cumprir a sua palavra. Com o auxílio do seu cavalo mágico, ele conseguiu fazer tudo, como da primeira vez, sendo muito aplaudido pelo povo.

A rainha ficou furiosa, mas não desanimou. No fim de três dias, procurou o rei e pregou nova mentira:

« O Sargento Verde declarou ser capaz de ir buscar a irmã de Vossa Majestade, que está encantada no fundo do mar.»

O rei ficou muito satisfeito e deu ordem ao Sargento para que cumprisse a promessa. Mariana ficou aflita. Pensava que, desta vez, nada poderia fazer e seria enforcada. Mas o cavalo mágico tranquilizou-a:

« Não tenha receio. Arranje um garrafão de azeite, um punhado de cinza e uma carta de alfinetes. Monte em mim e, quando chegar à praia, corte as ondas em cruz com a sua espada. As águas abrir-se-ão. Entre pelo mar adentro até chegar à caverna onde se acha a princesa encantada. Rapte-a, ponha-a na garupa e corra, para trás, a todo o galope. O dragão que guarda a princesa sairá na nossa perseguição. Assim que ele estiver perto, derrame, primeiro, o azeite, depois a cinza e, por último, a carta de alfinetes.»

Mariana fez tudo como o cavalo havia ensinado. Raptou a princesa e voltou na disparada. O dragão perseguiu-a. Quando estava bem perto, ela derramou o garrafão de azeite. Formou-se uma grande lagoa, onde o dragão quase se afogou. O monstro conseguiu sair da lagoa e continuou a perseguir os fugitivos.

 

Quando estava quase a alcançá-los, Mariana atirou um punhado de cinzas. Formou-se um espesso nevoeiro. O dragão custou a atravessá-lo, mas não desanimou de perseguir os fugitivos. Continuou a correr no seu encalço. Quando estava quase agarrando-os, Mariana jogou para trás a carta de alfinetes. Formou-se, então, um bosque de espinhos no qual o dragão se debateu e acabou a morrer.

Quando chegaram ao palácio, foram recebidos com grande alegria. Mas o rei não ficou de todo satisfeito, porque a princesa, salva do monstro, nada dizia. Estava muda. Mariana consultou o cavalo e este disse-lhe:

« Apanhe as minhas rédeas e bata com as mesmas três vezes nas costas da princesa, e ela falará.»

O Sargento seguiu o conselho do cavalo. Então, a princesa desencantou-se e voltou a falar. As suas primeiras palavras foram estas:

«Se o Sargento Verde fosse homem, o rei, meu irmão, teria sido enganado pela rainha.»

Diante disso, Mariana despiu a farda e voltou a usar trajes de moça. O cavalo desencantou-se e virou um príncipe muito bonito que se casou com a princesa. E o rei, indignado com o procedimento da esposa, divorciou-se dela e condenou-a à prisão perpétua. Mais tarde, casou-se com Mariana que, assim, se tornou rainha.

 

——

Pedro Pereira

Outros Contos

Histórias para ler e ouvir

O Cavalo Mágico

O Cavalo Mágico

Era uma vez um menino que foi parar em um reino mágico. Assim que, lá, chegou, identificou seres mágicos. Enquanto seguia seu caminho, viu um cavalo que voava.

As Três Cidras do Amor

As Três Cidras do Amor

As três cidras do amor é uma bela história onde o bem triunfa sobre o mal. Fala sobre um Rei que procura, incessantemente, uma noiva para o seu único filho.

História da Carochinha

História da Carochinha

Foi a carochinha comprar muitas fitas, rendas, flores, braceletes d’ouro e brincos; enfeitou-se muito enfeitada e foi-se pôr à janela, dizendo:
«Quem quer casar com a carochinha
Que é bonita e perfeitinha?»